Um quarto escuro, com uma pequena luz entrando pela fresta de janela, lá fora chove, gotas grossas que fazem barulho ao bater no telhado, o vento leve más incessante, sussurando palavras sem conexão. Aqui dentro nenhum som se faz presente, fora o leve respirar de um corpo jogado ao chão, de olhos fechados com suas mãos lhe cobrindo a face. O vazio a sua volta reflete o vazio interior, sensação forte e inexpugnável, suprimindo qualquer emoção que tentasse emergir. Lá fora a chuva continua a cair, sem nunca parar...
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