Minha alma de poeta
fluída, etérea,
evaporou-se
no ar morno da noite
como um fantasma,
desapareceu.
Minha veia de poeta
fina, frágil
sangrou em vão
verteu apenas pó.
Meu coração de poeta
tímido
pulsou devagar
por um instante
sentiu-se vivo.
Tolice, engano.
O vazio de meu peito
o esmagou
como a um pequeno pássaro que
sem nunca ter alçado vôo
morreu preso no ninho
no ninho apodreceu...
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