[Ouvindo Bush_In A Lonely Place]
E nessa miríade de opções, qual será a única certa, terá alguma certa? Nunca sei, e começo a aceitar que nunca saberei, pouco importa. Enquanto isso eu vou me contentando, pateticamente, em viver frações de vidas e felicidades alheias. Desfrutando de vitórias, entristecendo com derrotas. Olhando tudo em terceira pessoa, à salvo, incólume. Se assemelha a uma existência vazia, definitivamente é, um remédio no mínimo pobre pra ajudar a manter tudo em foco. Erros, frustações, arrempedimentos, más sempre mantendo uma aparência alegre e calma. Mentiras. Por dentro, sentimentos conflitantes num campo de batalha que é meu ser. Qual lado está ganhando? Não importa, vou me perder de qualquer jeito. Inúmeras escolhas, resultados insignificantes.
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